Me apaixonei, e agora?

Bom dia pitchuquinhos. Hoje eu acordei meio Márcia Goldsmith e vim dar dicas para você que pensa que está apaixonado. Ou está apaixonado de verdade. Ou esteve apaixonado. Enfim, pra você que está numa situação ~ruim~. Não que se apaixonar seja ruim, mas ok. Sem mais delongas, vamos às situações primeiro. Serão três situações e soluções diferentes pra essas situações, ok? Vamos lá:

Primeira situação: Você está na escola e de repente, vê a pessoa dos seus sonhos passando e então você fica frenético, procura a pessoa em todos os cantos, chega em casa e stalkeia a pessoa até não aguentar mais, salva todas as fotos dela e sabe coisas sobre ela que nem mesmo ela sabe. E aí você se dá conta de que ela tem namorado ou curte o mesmo sexo.

ME AJUDA, MÁRCIA!

 

Solução: Pois bem amiguinhos, a mamãe Márcia chegou para ajudar vocês. Se você gosta daquela pessoa, primeiro: não faça nada para tentar estragar o namoro dela. Pode dar certo, mas depois essa pessoa descobre e te odeia pro resto da vida. Você pode se tornar amigo íntimo, desses que ela não desgruda, sabe? E aí, um dia ela vai terminar com o namorado dela, porque nada dura pra sempre, e aí você pode viver seu conto de fadas e pode até dançar a valsa da Bela Adormecida com ela, se vocês quiserem. Se não quiserem a da Bela Adormecida, pode ser a da Bela e a Fera também. Ou o Lago dos Cisnes. Ou Danúvio Azul. Ou qualquer outra valsa que você tenha vontade, ok? O importante é ~curtir o momento~ ao lado da sua melhor amiga e namorada. O mesmo acontece se ela for lésbica/se ele for gay. Não o pressione. Eu acredito que as pessoas nasceram assim, ok? E você parecerá um preconceituoso nojento (ou uma preconceituosa nojenta, se for o caso) se tentar convertê-lo ao heterossexualismo.

O problema é: Pode ser que ela não goste de namorar os melhores amigos dela. Existe gente assim. Caso ela seja dessas, o melhor que você tem a fazer, é desencanar e partir pra outra, procurar outra pessoa ou ficar sozinho mesmo, não sei. Mas não pressione a moça, se ela sentir que vai rolar, felicidades. Caso contrário, procure outra Cinderela pra você.

 

Segunda situação: Você está andando na rua e vê aquela pessoa linda, maravilhosa, que ainda passa e sorri pra você. Aí você perde o chão, se distrai e bate a cara no poste. Vai pagar mico ainda, burra!

Mas aí você se desespera porque as chances de vê-lo de novo são de uma em um milhão, e aí você quer seguí-lo, descobrir onde ele mora, estuda/trabalha, descobrir onde os pais moram ou se mora com os pais, etc.

 

ME AJUDA, MÁRCIA!

 

Solução: Essa é a pior situação. Você nunca mais vai ver aquela pessoa. A menos que você seja sortuda e aquela pessoa passe por ali todos os dias. Aí você pode passar por ali todos os dias também, mas não vai adiantar muita coisa, porque se você for seguí-lo, ele pode chamar a polícia pra você. E se você for falar com essa pessoa, o risco de ele te achar louca será enorme. Enfim, não tem jeito. Vai pra casa e come um pote de sorvete de creme assistindo “Ps: Eu te amo”.

O problema é: Sério, desencana. Aquela cena de vocês se trombarem e você deixar cair o cartãozinho com o número do seu telefone e colocar nas coisas dele por engano não vai dar certo. E também não vai adiantar olhar pra ele com cara de “oi gato me come” porque se você for… feia… pode acontecer de ele achar que você está tendo um ataque epilético e vai chamar a ambulância pra você. Tem que saber seduzir. Então vai pra casa comer coxinha e espera que um dia eu escrevo um manual sobre como seduzir qualquer pessoa em qualquer lugar. E você ainda ganha de brinde, o livro: “20 estratégias para mudar sua vida amorosa já!”

 

 

Terceira e última situação: Márcia, fui num show/clube/teatro/cinema/balada e vi um gatinho MA-RA-VI-LHO-SO. Mas eu não sei se ele vai lá sempre. O que eu faço?

 

ME AJUDA, MÁRCIA!

 

Solução: Foi a primeira vez que você foi? Pode ser que ele frequente sempre o lugar. Comece à ir sempre. Mas no caso da balada, não perca tempo e invista nele. Os maiores ~romances~ começam na balada. Ou na escola. E eu detesto a palavra balada. Acho tosco, sei lá. Enfim. Caso a festa que você tenha ido seja de algum amigo seu, peça o msn daquela pessoa pra esse seu amigo. Ou pede pro seu amigo ~fazer a fita~. Ou chega nele e fala: “meu amigo pediu pra perguntar se você quer ficar comigo”. Ele vai te achar idiota – ou engraçada -, mas os meninos gostam de meninas engraçadas. Dê em cima dele – SEM SER VULGAR, PELO AMOR DE DEUS, NÃO QUERO NINGUÉM GRÁVIDA PORQUE NÃO ME LEU DIREITO -.  Dance perto dele, mas não fale com ele. Deixe que ele venha falar com você. E se ele não for, desencana também.

Eu aprendi isso no “Qualquer Gato Vira Lata” e realmente faz sentido. Se você for tímida, não precisa dançar. Aliás, se você fosse tímida, você não estaria numa festa, sua safada. Se liberte. Fique mais solta que pinto de índio, se joga!

E se no fim da noite, o carinha não te der bola, vai pra casa porque ele é gay. Ou adiciona ele e começa a conversar, daí vocês saem e vivem um romance lindo igual ao de A Dama E O Vagabundo. Ou qualquer outra animação da Disney da sua preferência.

 

E agora eu me vou, porque esse post já ficou grande demais. Vejo vocês no próximo?

Beijo, Márcia. :*

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2 respostas em “Me apaixonei, e agora?

  1. márcia aonde vc se encontra vc estar trabalhado a onde minha mãe gosta muito de vc mande noticia pra nos bjs

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