Criando expectativas em vão.

Olá, meus caros. Primeiramente, queria pedir desculpas por postar a essa hora, mas é que mais tarde, irei para Guará -a única coisa que sei sobre essa cidade, é que ela fica no interior de São Paulo mesmo- e passarei o dia lá, com esses seres humanos que eu poderia dizer que possuem o mesmo sangue que eu, mas não possuem, porque meu sangue é raro, e se é raro, não é pra qualquer um. E também porque não dá pra dividir o sangue do meu corpo com a minha família inteira. Morreríamos todos sem sangue no corpo. Então posso dizer que estes seres possuem apenas o mesmo sobrenome que eu. Quero contar à vocês uma história trágica que aconteceu com essa que vós fala, e que tem o hábito de tomar no orifício anal sempre. Não no sentido literal da palavra, mas enfim. Ano novo, novas expectativas, vestibular… EPA, VESTIBULAR? Sim, amigos, e é em relação à isso que postarei hoje. Assim que iniciou-se 2011, passei a criar expectativas para o meu futuro, já que meu vestibular É ESSE ANO e eu, animal de teta que sou, não havia decidido o que queria da vida ainda. Isso porque eu tive pelo menos dez anos para decidir, já que nos outros 6 anos da minha vida, eu achava que minha mãe viveria para sempre e me sustentaria. Pois bem, amigos, decidi então que prestaria vestibular para jornalismo na Unicamp e moraria em Campinas, na mesma cidade de um dos seres humanos mais especiais (não, ela não tem síndrome de down) que já vi em toda minha vida. Até que então, um jovem amigo meu, joga um balde de água fria em mim AFIRMANDO QUE NÃO TEM JORNALISMO NA UNICAMP. Meu mundo caiu, mas eu, esperta do jeito que sou, pensei: não há apenas a Unicamp em Campinas, certo?

Nesse momento, transformei minhas feições de forma que elas ficassem parecendo uma troll face, assim:

Procurei por jornalismo nas outras faculdades daquela cidade, e aí vem a bomba, amigos: NÃO TEM JORNALISMO EM CAMPINAS. E minhas feições, tornaram-se assim:

Com exceção de uma faculdade, que era particular. E eu não teria condições de pagar uma faculdade, um condomínio e me manter, não é? Isso porque eu não teria que pagar o apartamento, que minha mãe amada me daria, mas aí veio o balde de água fria de novo e eu cheguei a desistir de Campinas. Na verdade, amigos, eu pensei seriamente em engravidar, morar num bairro de periferia, abrir mão da minha escova japonesa trimestral, das minhas tão amadas compras e depender do bolsa-família.

Mas a vida sorriu para mim novamente. E eu, esperta como sou, disse para a minha mãe que prestaria vestibular para Medicina ou Administração na Unicamp e em outras regiões do Brasil, apenas para que eu possa conhecer a minha cambada, que está espalhada por aí. E veremos no que isso vai dar. Em dezembro conto o que aconteceu, e espero ter boas notícias em relação à isso, porque se der tudo certo, ano que vem, serei uma universitária. Podem me respeitar agora. Isso se eu não morrer até lá.

E você? Quais são as suas expectativas pra esse ano? Responda nos comentários, tá? Vejo vocês na segunda, com algum post menos pessoal do que esse. xx

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